terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Foi Durante o Ano Novo - Parte 01

Foi durante a queima de fogos que a vi pela primeira vez, naquele momento fiquei paralisado, seus olhos lividos paralizaram todo o meu corpo, fazendo com que eu não pude-se mover-me para lhe dar um oi.

Todos estavam alegres, e eu de alguma forma também, eu não fazia o tempo que saia para curtir, mas conseguiram me arrastar para aquela festa, e agradeço por isso, pois se isso não tivesse acontecido poderia ser que eu jamais a tivesse encontrado.

Ela sorriu para mim, disso tenho certeza, pode parecer besteira ao dizer isso, mas sabe quando algo acontece e sabemos o real motivo mas não sabemos como? apenas sabemos a resposta? pois bem, este foi um desses momentos, um sorriso, apenas isso, já me fez ter o ano ganho naquele momento, embora antes que esse sorriso pudesse se transmutar em algo a mais, alguns amigos dela a pegaram e sairam conversando, foi a última vez que a vi naquela noite.

Depois de alguns drinques reuní coragem e fui atrás dela mas sem sucesso e a noite que eu havia realmente tido um motivo para ser feliz se desfez bem diante de meus olhos, fazendo minha alma sofrer um pouco, em minha pobre existencia, eu sabia bem que esse sentimento estava sendo causado pelos drinques que eu havia tomado, mas isso não diminuia em nada a minha agonia.

Na manhã seguinte minha cabeça parecia que estava querendo me matar, mas mesmo assim me sentei a beira da piscina do hotel em que estavamos passando feriado de ano novo, fiquei lá tentando lembrar da garota que eu vira na noite anterior e passando um tempo a pensar na minha vida até aquele momento.

Humberto, um amigo sentou ao meu lado, parecia melhor do que eu, mas isso não queria dizer que estava bom, aparentemente eu havia exagerado depois que não a encontrei, comecei a falar coisas estranhas do nada, tipo: "Cara, sabe quando sentimos algo bom por uma pessoa mesmo sem a conhecer? Tipo, amor?". Ele olhou para mim, com uma expressão estranha, como se não estivesse entendendo o que eu queria dizer e disse: "Cara, você ainda está bêbado? Que especie de conversa é essa?" E então eu respondi: "Não, cara, ah esquece... Olha, eu não estou bêbado, ok? é que assim, ontem na festa eu vi uma garota, ela sorriu pra mim e nesse momento eu senti como se pertencesse à ela sabe, mas é algo estranho, eu nem a conheço, quero muito, mas tipo assim, é estranho?" Sua expressão ainda era estranha, mas agora ele prestava mais atenção, e depois de um tempo me olhando falou: "Nunca senti tal coisa, mas já ouvi coisas parecidas, e ao que parece, você está caidinho por ela, mas veja bem, não é amor, vocês nem se conhecem, mas está a um passo meu amigo, você deve encontrar esta garota e conhece-la, e se mesmo assim você continuar sentindo isso, você terá certeza que a ama!". Depois de falar isso ele caiu de lado em sono profundo.

Não sei se foi a expressão dele quando eu falei pela primeira vez ou a minha agora que parecia mais confusa, o que diabo sele queria dizer com aquilo? Mas será mesmo que funcionaria? Ou melhor, será mesmo que alguma vez mais eu à veria? Pois é, parece brincadeira ou uma pegadinha do destino, mas nesse momento do outro lado da piscina ela estava passando.

Cara, era agora ou nunca, a vida não dá duas chances e quando dá é melhor não eixa-la passar, mesmo aidna um pouco tonto e com a gabeça doendo corri para alcança-la. Mas parecia que todos estvam tentando me impedir de fazer alguma coisa, tipo, o que foi de criança com bola ou boia, velhinhos e velhinhas ou apenas adolescentes que apareceram na minha frente, tipo assim, do nada, não foi brincadeira, mas mesmo assim depois de toda essa verdadeira Odisseia consegir chegar do outro lado a tempo de ver ela entrar no predio. Corri como nunca na minha vida e a alcancei e falei, bem, deve ter parecido um grito: "Ei!". Parei para retomar o folego, enquanto ela se virava meio confusa, durante um segundou ou dois ela pareceu confusa ao me ver, depois um brilho passou pelo seu olho e percebi que ela tinha me recponhecido da festa da outra noite, e mais uma vez ela me presenteou com aquele sorriso.

Tudo perfeito se não fosse um cara que aparecera do nada, acho que as pessoas brotam nesse hotel, não existe outra explicação e a abraçou dizendo: "Hei, Sophia, vamos o pessoal está esperando!". E a saiu levando pelo braço, ela se virou ainda por um segundo e me deu um tchal com o olhar, bem não foi um tchal mesmo, mas foi o que ele quis dizer, e outra vez mais aquele sorriso aparece para iluminar meu dia, até que tudo volta a ficar negro e frio... é claro, ela tinha um namorado!! Como eu poderia esperar o contrario de uma garota tão linda e alegre... Meu mundo acabara... mas isso só me fez perceber uma coisa, eu não mais precisava conhecer ela para me dar conta de que eu estava realmente caidinho por ela, possivelmente eu não confessaria isso para outras pessoas, mas era realmente isso que estava acontecendo e eu decidira que não iria sair daquele feriado sem ao menos falar com ela mais uma vez! Ou melhor, falar com elea pelomenos uma vez!

1 comentários:

Rodrigo Toller Herval disse...

Entendi, viu, Lucas? kkkkk